<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/5924199?origin\x3dhttp://ehvero.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
quarta-feira, janeiro 21, 2004


NÃO SE INTERNEM!!!!!!!

Tudo bem que eu não tenho um histórico igual ao de vocês. Namorei um paulixta (isso é como os meus amigos de SP fazem questão de escrever quando falam alguma coisa pra mim) e fui completamente apaixonada por um americano que até outro dia queria casar comigo. (QUASE FUI PRA L�)

Mas nada passou disso. 6 meses indo pra Sampa direto, sem direito a eventos familiares???? Não era pra mim.....

Mas a minha opinião sincera sobre isso é que não somos loucas. Loucos são os outros que preferem não viver o amor intensamente. A gente não tem medo. Vale qualquer coisa para viver um grande amor.
Podemos não perceber, mas cedo ou tarde descobrimos que o nosso amor está e pertence a quem compartilhamos nossos sonhos, o que fizemos e aquilo que queremos fazer. Nossas frustrações e acertos.
Descobrimos que quem compartilha conosco nossas emoções, sejam elas boas ou tristes, é que realmente pertence ao nosso coração.
Nem sempre é quem estamos nominalmente ligados. Na maioria das vezes, por circunstâncias que não dependem apenas tão só de nós, esses laços se esgarçam e um dia acordamos e descobrimos que o tecido se desfez.
Sem que haja uma linha divisória explícita nossos interesses vão mudando, um momento percebemos que nosso ponto de vista, nossos objetivos já não são os mesmos daquele com quem, temporariamente – na linha do tempo – temos um companheiro.
Nossa jornada toma um outro rumo, a bússula de nosso coração indica “outro� norte, nos descobrimos estranhos quando devíamos estar nos sentindo mais íntimos.
É nesse momento que sempre aparece uma nova companhia, que vai assumindo silenciosamente a ausência de quem deveria estar presente (emocional e afetivamente) e apenas continua a ver as coisas do ponto de vista do seu próprio umbigo.
Então percebemos que saímos mais uma vez da crisálida, novamente nossas asas tem vigor e as cores da juventude. Alçar o vôo é iminente e novos horizontes aguçam nossos olhos.
É necessária uma força enorme para não sairmos imediatamente, sem ao menos olhar para trás.
Somos instados a migrar, novos destinos nos esperam, novas paragens são nossos destinos.
É nesse momento que somos provados em nossos sentimentos de fidelidade e lealdade.
É uma questão que ressoa em nossa alma, que vai influenciar nosso destino.






Por Alessandra às 4:58 PM

0 Comentários:

Postar um comentário